segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

pra começo de conversa...

"Existem manhãs em que abrimos a janela,

e temos a impressão de que o dia está nos esperando.”

Charles Baudelaire

pintura Janela aberta de Henri Matisse

domingo, 4 de dezembro de 2011

"E aqueles que foram vistos dançando

foram julgados insanos
por aqueles que não podiam escutar a música."

Nietzsche

reprodução da pintura "A Dança" de Henri Matisse

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

1º Festival Internacional de Palhaços “Ri Catarina”

Dez cidades catarinenses presenciarão espetáculos do 1º Festival Internacional de Palhaços “Ri Catarina”, entre 7 e 13 de novembro.
Será uma grande homenagem ao universo dos palhaços, com 18 espetáculos diferentes ao todo. Estão confirmadas as participações dos palhaços de grande prestígio internacional: o ítalo-americano Leo Bassi e o argentino Tomate, que se unirão a grupos e profissionais de diversos estados brasileiros.
A programação inclui também uma oficina, uma mesa-redonda sobre o tema “comicidade feminina”, o lançamento do documentário É Bucha! Os 40 anos do Teatro Biriba, e três shows de variedades, o “Cabaret Ri Catarina”, apresentado por artistas, circenses e comediantes catarinenses no Teatro da UFSC nos dias 11, 12 e 13 de novembro.

Com expectativa de reunir um público de 10 mil pessoas, o Festival foi idealizado e está sendo organizado pelos atores Pepe Nuñez e Vanderléia Will, da Cia Pé de Vento Teatro de Florianópolis, em co-realização com o Sesc/SC e patrocínio do Funcultural – Governo do Estado de Santa Catarina, e Apoio da Casan, escola de Música Thallentus e Guia Floripa

1º Festival Internacional de Palhaços “Ri Catarina” de 7 a 13 de novembro de 2011

Na Capital: Teatro Álvaro de Carvalho, Sesc Prainha, Teatro da Igrejinha-UFSC e Centro Comunitário Morro das Pedras.

No interior: Unidades do Sesc: Joinville, Jaraguá do Sul, Itajaí, Criciúma, Tubarão, Laguna, Lages, Chapecó e Joaçaba.

Contadores de histórias: um exercício para muitas vozes

O lançamento do Livro Contadores de Histórias: um exercício para muitas vozes com a presença dos autores faz parte da programação do Simpósio Internacional de Contadores de Histórias 2011 9 a 13 de novembro no Rio de Janeiro e tem por tema “Histórias sem fronteiras da nossa Língua Portuguesa" com a tradicional Maratona de Contos:Histórias em nossa(s) Língua(s) - Por que a “nossa língua” é na verdade feita de “muitas línguas”?

O livro é composto de textos, entrevistas, depoimentos, ensaios inéditos de contadores de histórias brasileiros que tenham reconhecimento nacional na sua atividade, e também de contadores que desenvolvam projetos de leitura usando a narração oral, e artigos de pesquisadores sobre a arte de contar historias.

O Lançamento acontece hoje 10 de novembro no Espaço Sesc - Rua Domingos Ferreira 160 – Copacabana - RJ as 17h30.

O Simpósio Internacional de Contadores de Histórias é uma ação cultural e educativa que valoriza a arte de contar histórias como atividade espontânea e intuitiva do povo brasileiro e de suas variadas culturas. É a primeira grande iniciativa do gênero no Brasil e visa a formação de platéia e a divulgação e promoção da literatura oral e escrita; atinge todas as classes sociais pela variedade de espaços onde acontece. As ações paralelas objetivam ampliar e democratizar essa arte que está presente em todos os rincões do país.
Já participei em dois anos e foram momentos ímpares na vida, além do conhecimento atraves das mesas-redondas, oficinas, Mercado da Palavra há a Maratona de Contos onde durante 24hs há gente contando histórias para gente, só estando lá para saber...

Acompanhe o evento pela internet. www.simposiodecontadores.com.br l

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

NOVO CADASTRO NACIONAL DE BIBLIOTECAS PÚBLICAS

A Fundação Biblioteca Nacional (FBN/MinC), através do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP), convoca, a partir do edital lançado na última sexta-feira, dia 30/9, as Bibliotecas de todo o Brasil a se cadastrarem no novo Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas, projeto realizado em conjunto com o Sistema Nacional de Informação e Indicadores Culturais (SNIIC).
O objetivo do cadastro é mapear de maneira abrangente todas as bibliotecas existentes no país, sejam elas públicas, comunitárias, escolares, universitárias, ou especializadas, levantando dados sobre a relação institucional, público, acervo, serviços, infraestrutura e gestão.

Para inserir seus dados as bibliotecas públicas, escolares, universitárias e especializadas devem ser cadastradas pelos órgãos públicos, ou privados aos quais estão vinculadas, a partir do CNPJ da instituição. Já as bibliotecas comunitárias e os pontos de leitura poderão ser cadastrados a partir do CNPJ da instituição mantenedora, ou pelo CPF do responsável pela biblioteca/ponto de leitura.

É importante realçar que apenas as Bibliotecas que estiverem com os dados atualizados no Cadastro Nacional de Bibliotecas Públicas estarão em condição de participar dos programas de modernização e atualização de acervos, coordenada pelo Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.

Em caso de dúvida, mande sua pergunta para cadastrosnbp@bn.br ou ligue para a Coordenadoria Geral do SNBP através do telefone 21-2220-4690.

http://www.bn.br/portal/?nu_pagina=128
"A Arte é uma arma carregada de futuro"

Achero Mañas

Trecho de "cartas a um jovem poeta" de Rilke

"Os homens com aúxilio das convenções, resolveram tudo da facilmente e pelo lado mais fácil da facilidade; mas é claro que nós deve Sabemos que devemos agarrar-nos ao difícil. Tudo que é vivo se agarra a ele, tudo na natureza cresce e se defende segundo a sua maneira de ser; e faz-se coisa própria nascida de si mesma e procura sê-lo a qualquer preço e contra qualquer resistência.
(...)
Amar também é bom: porque o amor é difícil.
O amor de duas criaturas humanas talvez seja a tarefa mais difícil que nos foi imposta, a maior e última prova, a obra para a qual todas as outras são apenas uma preparação.
Por isso, pessoas jovens que ainda são estreantes em tudo, não sabem amar: tem que aprendê-lo.
Com todo o seu ser, com todas as suas forças concentradas em seu coração solitário, medroso e palpitante, devem aprender a amar.
Mas a aprendizagem é sempr uma longa clausura.
Assim, para quem ama, o amor, por muito tempo e pela vida afora, é solidão, isolamento cada vez mais intenso e profundo.
O amor, antes de tudo, não é o que se chama entregar-se, confundir-se, unir-se a outra pessoa.
Que sentido teria, com efeito, a união com algo não esclarecido, inacabado, dependente?
O amor é uma ocasião sublime para o indivíduo amadurecer, tornar-se algo em si mesmo, tornar-se um mundo para si, por causa de um outro ser; é uma grande e ilimitada exigência que se lhe faz, uma escolha e um chamado para longe.
Do amor que lhes é dado, os jovens deveriam servir-se unicamente como de um convite para trabalhar em si mesmos.
A fusão com outro, a entrega de si, toda a espécie de comunhão não são para eles; são algo de acabado para o qual, talvez, mal chegue atualmente a vida humana.
Creio que aquele amor persiste tão forte e poderoso em sua memória justamente por ter sido sua primeira solidão profunda e o primeiro trabalho interior com que moldou a sua vida."

Trecho de uma das cartas de Rainer Maria Rilke ao jovem Franz Xaver Koppus
Livro “Cartas a um Jovem Poeta” (30 ed. com tradução de Cecília Meireles)